Não há mais tempo para sermos sustentáveis!


Imagine um cenário em que o mundo está pegando fogo, falta água potável, falta comida, excesso de gente passando necessidade, animais morrendo, falta emprego, doenças acometendo a saúde, falta paz. Pois é, este é um dos mundos em que vivemos.


Não existe apenas um mundo acontecendo neste planeta, sabemos que existem diversas “realidades” concomitantes. O que significa isso? Que enquanto algumas pessoas e empresas estão começando a “jogar no google”: “o que fazer para ser mais sustentável”, existem outras tantas pessoas criando estes conteúdos, pensando e agindo no modo “como regenerar o planeta”.


É tempo de empresas surgirem para regenerar o solo, a água, o ar que respiramos, transformar o resíduo que não há utilidade em um bem de consumo para outras cadeias. Ter cadeias de produção e consumo nos moldes da economia circular, e que além de não gerar resíduos e impactos negativos, consigam gerar impacto positivo socioambiental, ou mesmo, regenerar.


A palavra “sustentabilidade” não está sendo mais suficiente para o atual momento em que vivemos, se pensarmos em um planeta que cresce a população a cada ano. A ONU, em 2014, afirmou por meio de estudos que a população humana irá variar entre 9,3 e 12,6 bilhões até 2100.


Não temos água ou comida suficientes, nos modelos atuais de consumo e desperdício (um terço da nossa comida vai para o lixo, segundo a ONU), e um boa parte vai para o lixo por uma questão puramente estética, ou seja, a fruta não é tão redonda quanto gostaríamos, ou tão lisinha, ou no formato “padrão” de uma fruta perfeita.


Neste momento atual, precisamos de pessoas e empresas que busquem lucro não apenas financeiro, mas um “lucro socioambiental”. Precisamos ficar felizes com pequenas mudanças no cenário atual, e nos empolgar com a ideia de ter um mundo mais justo, inteligente e “limpo”.


Mudar hábitos individuais e coletivos são extremamente necessários. Não devemos esperar ações do governo para começarmos ou fazermos mais mudanças em casa, ou no trabalho. Quando chamamos a responsabilidade para si, podemos então, nos sentir parte de uma mudança, inspirar pessoas ao redor, e assim, estaremos fazendo o nosso impacto. Além disso, contribuir com ações que já estejam sendo feitas. Se todas as pessoas que querem gerar um impacto socioambiental positivo quiserem ter suas “startups disruptivas unicórnios”, não teremos tempo suficiente para olharmos para os resultados.


Seríamos hipócritas se não pedíssemos a você que está lendo este artigo: O que você pode fazer no dia de hoje para contribuir um pouco mais com o cenário socioambiental?


Fizemos um Mapa de Hábitos Sustentáveis para auxiliar com primeiros ou próximos passos nesse sentido, possibilitando a você avaliar a maneira como vive agora e como poderá evoluir para um estilo de vida mais natural e sustentável.


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